Segunda-feira, 13 de Maio de 2019

RTP2 - Página 2 - Panificadora, projecto de Nadir Afonso em Vila Real

https://www.rtp.pt/play/p5343/e406368/pagina-2

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publicado por Laura Afonso às 11:38
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Terça-feira, 7 de Maio de 2019

Parque de S.Paulo

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@ Nadir Afonso

Nadir Afonso

 


publicado por Laura Afonso às 11:30
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Sexta-feira, 26 de Abril de 2019

Panificadora de Vila Real, defesa da Cultura e do Património

"Os tempos que aí vêm, com o esforço de todos nós, não serão tempos de ódio, violência e demagogia, serão tempos de serviço público, de políticas contra as desigualdades, de defesa da Cultura e do Património do país". Eduardo Ferro Rodrigues, discurso comemorativo do 45º aniversário do 25 de Abril.

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publicado por Laura Afonso às 23:03
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Movimento 'Pró Nadir' diz que 25 de Abril deu liberdade para defender o património

Movimento 'Pró Nadir' diz que 25 de Abril deu liberdade para defender o património

 

Lusa

Vila Real, 25 abr 2019 (Lusa) -- O movimento cívico 'Pró Nadir' disse que a Revolução de Abril proporcionou a liberdade de defesa do património ameaçado, como a panificadora desenhada pelo arquiteto Nadir Afonso, em Vila Real, que está risco de ser demolida.

Cerca de 30 pessoas participaram na quarta-feira à noite, em Vila Real, numa tertúlia seguida de vigília contra a demolição da antiga panificadora projetada pelo arquiteto e artista transmontano, um edifício que está degradado, de propriedade privada e que vai ser vendido a uma cadeia de supermercados.

A iniciativa foi promovida pelo movimento cívico 'Pró Nadir' que se opõe à demolição do edifício construído em 1965, ano em que Nadir Afonso abandonou a arquitetura para se dedicar por inteiro à pintura.

"O 25 de Abril trouxe-nos isso, a possibilidade de sermos nós próprios a defender o nosso património e é isso que nós vamos continuar a fazer nos próximos dias", afirmou Mila Simões de Abreu, investigadora da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e que integra o movimento.

A também arqueóloga adiantou que "há um prazo retórico de cerca de um mês" até à concretização do contrato-promessa de compra e venda daquele espaço.

"Vai haver uma campanha eleitoral e vamos também participar nela ativamente, porque o Nadir Afonso tem uma dimensão internacional", garantiu.

Laura Afonso, viúva de Nadir Afonso, associou-se à vigília e esclareceu que está a lutar "pela preservação do edifício".

"Porque tem características únicas e é um belo exemplar do património industrial e Vila Real ficaria muito mais rica se preservasse esse edifício", sustentou.

Laura Afonso mostrou-se "triste" porque "o estado avançado de degradação da panificadora se deve a um ato voluntário".

"Quando uma retroescavadora entra lá, após o pedido de classificação do edifício, levanta suspeitas", referiu.

A arquiteta Ana Morgado escreveu uma tese de mestrado sobre a panificada e foi quem avançou com o pedido de classificação para imóvel de interesse público em 2016, que foi arquivado em 2018 pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

A DGPC considerou que o edifício já não reúne características para uma classificação de âmbito nacional.

"Considero que o património industrial moderno no nosso país ainda não é reconhecido, infelizmente", afirmou Ana Morgado.

A arquiteta disse que a "fachada, a cobertura e o forno" eram os "três elementos que sustentavam a classificação", notando que foram "precisamente esses três elementos que foram destruídos" durante o período de análise do pedido de classificação.

"A estrutura está toda lá, basta reconstruir a fachada, as coberturas e o edifício tem tudo para dar uma nova vida à cidade", defendeu.

Ana Morgado lembrou que Nadir Afonso trabalhou com os arquitetos Le Corbusier e Oscar Niemeyer e que a panificadora "tem referências de ambos".

O movimento lembrou ainda o pedido de classificação como imóvel de interesse municipal, que deu entrada na câmara no final do ano passado e ao qual não obteve resposta.

Contactada pela agência Lusa, fonte da cadeia de supermercados Lidl disse estar "em processo de aquisição do terreno onde se encontram as ruínas das antigas instalações da panificadora" e explicou que "planeia, com este empreendimento, renovar a loja existente em Vila Real, dando não só uma melhor experiência de compra aos seus clientes, como melhores condições de trabalho aos seus colaboradores".

"O projeto que surgirá na sequência desta aquisição está neste momento a ser desenvolvido. É intenção do Lidl incluir uma componente de valorização do artista em causa", salientou a fonte.

A panificadora de Vila Real esteve em funcionamento até à década de 90 do século passado, altura em que entrou em falência, tendo desde então estado ao abandono.

Este edifício é similar ao da panificadora de Chaves, construída em 1962. Os dois imóveis marcam a carreira de Nadir Afonso, por serem os seus últimos projetos de arquitetura.


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25 de Abril deu liberdade para defender o Património.

 


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Quarta-feira, 17 de Abril de 2019

Panificadora de Vila Real e o benefício do incumpridor

https://www.avozdetrasosmontes.pt/noticia/21642

Panificadora de Vila Real e o benefício do incumpridor

Nas últimas semanas regressou em força o debate público sobre o futuro da antiga panificadora Panreal, um edifício do arquiteto Nadir Afonso e um dos mais importantes exemplares de arquitetura industrial em todo o país.


Na base da discussão está o alerta lançado pelo Movimento Pró Nadir, que teve conhecimento da intenção da compra do imóvel pelo LIDL com o objetivo de o demolir para ampliar o espaço comercial. Intenção que esbarra no pedido de classificação de interesse municipal do imóvel feito pela Fundação Nadir Afonso em dezembro passado.

Chegámos a um ponto em que se pretende pôr fim à situação de degradação de um edifício emblemático, localizado numa zona cada vez mais central da cidade. As alternativas são simples: 1) ou se classifica o imóvel como sendo de interesse municipal, garantindo que uma futura intervenção no espaço respeite a traça original; ou 2) permite-se a sua demolição para dar lugar à ampliação do LIDL.
O árbitro neste conflito é a Câmara Municipal, que terá que tomar uma decisão política sobre o assunto. Contrariamente ao que foi dito em alguns espaços de opinião, a escolha não é entre o abandono ou um investimento público de milhões. A escolha é entre o interesse do atual proprietário e o interesse público na preservação do património.

Neste contexto, não foram poucas as vozes que alertaram para a necessidade de salvaguardar o “importante investimento” que o proprietário ali teria feito. Desmistifiquemos esta ideia de uma vez por todas.

O atual proprietário é o principal responsável pelo estado de degradação do espaço nos últimos 18 anos. Foi ele quem não realizou a mais ligeira obra de manutenção, não garantiu a vedação do espaço e não zelou pela salubridade de uma propriedade que é sua. 

De acordo com a escritura acessível a qualquer cidadão, o “avultado investimento” feito na compra do imóvel em 2001 foi de 350 mil euros. Agora, depois de anos sem investir na preservação do imóvel, pretende vendê-lo por 950 mil euros, fazendo um lucro de meio milhão. 

Do outro lado do negócio encontra-se o LIDL que, de acordo com o contrato-promessa de compra e venda, impôs uma condição: obter o cancelamento do processo de classificação. Portanto, a multinacional alemã dispõe-se a pagar uma valorização superior a 100% sob a condição de o terreno ser vendido com autorização para demolir a Panificadora e criar um parque de estacionamento.

É esta a expectativa que merece ser tutelada pela Câmara Municipal? Não nos parece. Se algo deveria merecer a atenção do Município seria a legislação quanto à conservação do edificado. O proprietário devia ter sido obrigado, pelos sucessivos executivos, a manter o espaço em condições minimamente dignas.

Classificar a Panificadora como imóvel de interesse municipal não impede a sua venda. O edifício é facilmente adaptável a novos usos, muitos deles já propostos publicamente: poderia servir de expansão ao LIDL, de Museu das Corridas, de espaço para uma das muitas empresas que anunciaram a intenção de investir em Vila Real, de polo Régia-Douro Park ou de espaço multiusos para a UTAD. 

A classificação, impondo a recuperação do imóvel, iria provavelmente ter um impacto no valor do terreno. Mas esta deve ser uma preocupação menor para o decisor público e é uma consequência normal para quem investiu especulativamente num imóvel de interesse cultural.

Já beneficiar com uma mais-valia de 500 mil euros um proprietário incumpridor parece imoral. Abdicar da salvaguarda de património cultural em favor dos interesses privados de quem contribuiu para o surgimento de uma das maiores cicatrizes urbanas da cidade de Vila Real é inaceitável. 
 


publicado por Laura Afonso às 23:23
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Pro Nadir, Fundação Nadir Afonso e Docomomo Internacional enviam carta aberta à Ministra da Cultura

https://www.noticiasdevilareal.com/pro-nadir-fundacao-nadir-afonso-e-docomomo-internacional-enviam-carta-aberta-a-ministra-da-cultura/?fbclid=IwAR3NZ7Z1xuKBoHvG70AAM-UbmFIFgvQ-WA8Q9IVjMvRcddq5c0xZUnJfYq4

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Pro Nadir, Fundação Nadir Afonso e Docomomo Internacional enviam carta aberta à Ministra da Cultura

Vila Real

Esta segunda ferira, o movimento Pro Nadir, acompanhado da Fundação Nadir Afonso e do Docomomo Internacional, enviou uma carta aberta à Ministra da Cultura, Graça Fonseca. Um documento que conta com 800 assinaturas, incluindo as de Siza Vieira e de Souto Moura.
Nessa carta aberta, o movimento solicitou a Graça Fonseca apoio para proteger um dos poucos edifícios desenhados por Nadir Afonso. “Na carta que enviamos (…) apelamos a que não se fechem os olhos à Panificadora. Esperamos que o Ministério da Cultura possa apoiar a reabertura do processo de classificação, para que o trabalho construído de Nadir não continue a ser delapidado”, pode ler-se na carta em que, para além disso, o Pro Nadir expõe o que pretende para o edifício: “Queremos preservar não só a fachada e coberturas criadas para deixar entrar uma morna luz natural, mas também os valores que defendia o artista que os projetou, valores que acreditamos estarem na base da nossa sociedade.”
No mesmo dia, o Pro Nadir teve acesso ao contrato-promessa que a cadeia de supermercados Lidl celebrou, no ano passado, com o proprietário do edifício. Documento no qual, segundo eles, “o Lidl se compromete a comprar a Panificadora por quase um milhão de euros, uma valorização de mais de 100% relativamente ao preço que o anterior proprietário pagou em 2001, por um edifício ao abandono”, explicou Marta Silva, acrescentando que existe, no documento, uma cláusula em que o proprietário se “comprometia a, dentro de um ano, acabar com o processo de classificação do edifício, já que a intenção do Lidl seria demoli-lo para fazer um parque de estacionamento”. Uma situação que o movimento quer reverter, contando com o apoio do Ministério da Cultura: “Se com negligência chegámos até aqui, que seja agora, que ainda não é tarde de mais, que se faz finca pé para resgatar a nossa história. Contamos consigo”.

 

 


publicado por Laura Afonso às 17:29
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Sexta-feira, 12 de Abril de 2019

Projeto de Nadir Afonso em risco

https://expresso.pt/sociedade/2019-04-12-Licenca-para-demolir-edificio-de-Nadir-Afonso-e-ampliar-um-Lidl-revolta-viuva-do-artista?fbclid=IwAR0AcuIjzSFAT3HGDVupyHPyHrz-pPqfR9BW-8VpioilgFjviW5odV5zD60#gs.5a4h3s

Licença para demolir edifício de Nadir Afonso e ampliar um Lidl revolta viúva do artista

12.04.2019 às 16h38

Antiga Panificadora de Vila Real está devoluta e em avançado estado de degradação há duas décadas

D.R.

Edifício de 1965, devoluto e degradado, tem ordem para vir abaixo. Movimento Pró-Nadir anuncia vigília a 24 de abril

A família de Nadir Afonso e um grupo de ativistas admiradores da obra do artista, falecido em 2013, não se conformam com a anunciada demolição da antiga Panificadora de Vila Real, um dos dois edifícios projetados em Portugal pelo arquiteto discípulo de Le Corbusier e que trabalhou com Niemeyer, no Brasil. Construído em 1965, ano em que Nadir abandonou a arquitetuta para se dedicar por inteiro à pintura, o edifício, propriedade privada e abandonado há duas décadas e em avançado estado de degradação, corre o risco de vir abaixo para dar lugar à expansão do Lidl de Vila Real ou à construção do parque de estacionamento da superfície comercial.

A saga para preservar o edifício, similar ao da Panificadora de Chaves, terra natal de Nadir, já se arrasta há mais de quatro anos, quando Laura Afonso e o movimento Pró-Nadir tentou junto da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) que o imóvel fosse classificado de interesse nacional. O processo de classificação, aberto em abril de 2017, acabou por ser arquivado um ano depois pela DGPC, após parecer do Conselho Nacional de Cultura, que considerou que o edifício já não reúne características para uma classificação de âmbito nacional, face ao seu “estado deplorável”.

O Conselho Nacional de Cultura cita também a Câmara de Vila Real, que alerta que o edifício é um “foco de degradação ambiental, com sérios riscos para a saúde pública e propício à prática da toxicodependência”. Há uma semana, face ao chumbo do processo de classificação, a Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) confirmou que emitiu, por isso, parecer favorável ao “projeto de ampliação do empreendimento comercial adjacente à Panificadora”, embora referindo que a decisão de arquivamento de classificação “não deve ser lida como desvalorização nem do autor nem da sua obra”.

Para eternizar a memória do arquiteto e pintor, a DRCN, liderada por António Pontes, adverte que autor e obra devem ser objeto de valorização na envolvente e no próprio empreendimento comercial, cujo projeto deverá ser submetido a parecer da tutela. “É lamentável que o Governo e a autarquia privilegiem a ampliação de mais um supermercado a valorizar património que é uma referência histórica do século XX”, afirma Laura Afonso, que defende que o edifício tem todas as condições para ser requalificado e destinado a uso público. “Não precisa ser um museu ou casa de cultura, pode até dar lugar a um espaço como o Mercado da Ribeira, em Lisboa”, acrescenta a viúva de Nadir Afonso.

Réplicas entre couves e frangos

Inconformada com a falta de vontade política em preservar o legado de Nadir, Mila Simões de Abreu, docente do departamento de Geologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro uma das lideres do movimento Pró-Nadir, pediu uma audiência à secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, tendo como propósito a entrega de uma carta aberta dirigida ao Ministério da Cultura, petição assinada por meia centena de pessoas, entre as quais “Siza Vieira e Souto de Moura”.

Na resposta a que o Expresso teve acesso, datada de final de março, a secretaria de Estado recorda que a DGPC decidiu arquivar o processo devido sobretudo ao estado de degradação “que o bem apresenta” e ainda por a Câmara de Vila Real “não estar interessada em adquirir ou intervencionar o edifício”. Na missiva, a Secretaria de Estado sublinha ainda ter sido solicitado um parecer à DRCN, no âmbito das medidas de salvaguarda da ZEP do Alto Douro Vinhateiro, relativo ao processo de licenciamento de ampliação de uma superfície comercial, “obra que implica a demolição do imóvel”.

Perante os dois pareceres favoráveis à demolição, a Secretaria de Estado da Cultura adverte que o promotor da ampliação do Lidl deve desenvolver um projeto de enquadramento urbanístico para a rotunda contígua ao supermercado e apresentar no interior do espaço “réplicas da obra artística do autor”.

Revoltada, Laura Afonso diz ser inacreditável que uma entidade governamental de cultura prefira “destruir uma obra original de características únicas para colocar no seu lugar réplica sabe-se lá do quê entre couves, frangos e detergentes”. Mila Simões de Abreu considera “abominável a ideia que não lembraria ao diabo”, afirmando que o que está em causa é a destruição de um edifício singular no contexto inovador da arquitetura industrial de meados do século XX ”que reflete os valores do Movimento Moderno”.

Vigília pró-Nadir a 24 de abril

Embora há vários anos o grupo Pró-Nadir tente junto do município que “o emblemático edifício” de Vila Real seja salvaguardado - “pedidos a que a presidente da Câmara sempre foi indiferente” -, Mila Simões de Abreu adianta ao Expresso que o grupo e a família de Nadir “vão subir a parada”. O próximo passo é o envio à ministra da Cultura, Graça Fonseca, de uma carta com mais de meio milhar de assinaturas, a que se segue uma vigília a 24 de abril em frente à Panificadora.

“Espero que a ministra tenha outra sensibilidade, até porque Paula Silva devia ter pedido escusa para analisar a classificação do imóvel, dado ser filha da ex-mulher de Nadir Afonso”, refere a docente. O Expresso tentou obter um reação ao processo por parta da DGPC, que remeteu qualquer esclarecimento para a DRPN, que por sua vez endereçou qualquer questão para um comunicado do início de abril.

Ao Expresso, a autarquia, presidida pelo socialista Rui Santos, confirma ter recebido em dezembro último um pedido de classificação do imóvel como de interesse municipal, ao qual não deu resposta na altura por entender que “não se deveria pronunciar, dado que um processo semelhante se encontrava em análise pela Direção Regional da Cultura do Norte”.

Agora, face ao chumbo deste organismo e questionada se o município tem interesse em comprar, a Câmara de Vila Real refere que, mais importante que avaliar o interesse, “é fundamental avaliar a capacidade financeira para adquirir o imóvel, reabilitá-lo, dar-lhe uso e mantê-lo”, concluindo que o investimento “não é prioritário nem possível” dada a realidade financeira e a obrigação do gasto parcimonioso e responsável do erário público.

“A alocação de recursos a este projeto levaria necessariamente ao abandono de outros”, garante o município, que anunciou esta semana o investimento de € 1 milhão para a requalificação da zona da estação de comboios e criação de uma ciclovia. € 1 milhão é, segundo apurou o Expresso junto de fonte próxima do município, o valor de mercado do imóvel da discórdia e pelo qual o proprietário está disponível para vender, mas custará “quase o dobro a requalificá-lo”.

O Expresso tentou sem sucesso obter uma reação por parte da administração do Lidl sobre a compra da antiga Panificadora e projeto de ampliação.

Apesar de afastar a hipótese de compra, o executivo socialista adianta estar preocupado com a degradação acumulada há mais de 20 anos, sem qualquer intervenção. “É uma cicatriz na paisagem urbana e um problema de saúde e segurança pública, sendo utilizado como abrigo de indigentes, situação comunicada às autoridades, que juntamente com o proprietário e a Segurança Social têm a obrigação de resolver o problema”, frisa a Câmara por escrito, lamentando que o movimento Pró-Nadir tenha anunciado a existência de investidores interessados na aquisição para “reconstrução segundo a traça original”.


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Sábado, 6 de Abril de 2019

Panificadora de Vila Real, um projeto de Nadir Afonso

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Segunda-feira, 1 de Abril de 2019

Tatuados

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© Nadir Afonso.

 


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Quarta-feira, 20 de Março de 2019

Caneca Sintra

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Sexta-feira, 15 de Março de 2019

Nadir Afonso: O espaço ilimitado da Pintura no Museu de Arte Moderna de Sintra - MU.SA

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Nadir Afonso: O espaço ilimitado da Pintura no Museu de Arte Moderna de Sintra - MU.SA

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Segunda-feira, 4 de Março de 2019

Exposição de Nadir Afonso no MU.SA

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Sábado, 23 de Fevereiro de 2019

Douro

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© Nadir Afonso

 


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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2019

Lisboa

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Nadir Afonso

 


publicado por Laura Afonso às 09:18
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2019

Revista Visuais - dedicada a Nadir Afonso

https://www.publionline.iar.unicamp.br/index.php/visuais/issue/view/Revista%20Visuais%20n.7

v. 4, n. 7 (2018)

Nadir Afonso, a arte de uma diáspora

A Revista Visuais tem a grata satisfação de publicar o Dossiê "Nadir Afonso, a arte de uma diáspora" organizado pelo Professor Prof.Dr. António Quadros Ferreira (professor emérito da Faculdade de Belas Artes do Porto).

Este dossiê trata especificamente da obra complexa do artista e arquiteto português Nadir Afonso com o objetivo de contribuir para a difusão da da obra nadiniriana também aqui no Brasil.  

 

Mauricius M. Farina

Editor da Revista Visuais

Sumário

Editorial

Antonio Quadros Ferreira
1
 

Dossiê

Bernardo Pinto de Almeida
14
João Cepeda
24
Laura Afonso
42
Nuno Grande
54
António Choupina
61
Tiago Saldanha Quadros
78
Maria de Fátima Lambert
87
Artur Afonso
117
Jorge Figueira
123
António Quadros Ferreira
132
Antonio Quadros Ferreira
190



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Sábado, 9 de Fevereiro de 2019

Valência

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publicado por Laura Afonso às 19:12
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2019

Antropomorfismos

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© Nadir Afonso


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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2018

Boas Festas para Todos

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publicado por Laura Afonso às 13:08
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