Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016

Tempo

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Quinta-feira, 26 de Março de 2015

Tempo

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© Nadir Afonso.

 

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publicado por Laura Afonso às 00:02
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Sábado, 17 de Maio de 2014

Nadir Afonso: A invenção do Tempo

Ensaio acabado de publicar pela Universidade Lusíada Editora, 2014

 


publicado por Laura Afonso às 20:37
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012

Tempo

 

 

 

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publicado por Laura Afonso às 16:26
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2012

Tempo

 

 

 

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publicado por Laura Afonso às 08:14
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Summary - Síntese - Nadir Face to Face with Einstein

 

Summary
 
When a body, in its cyclical movement returns to its point of departure – Earth, for instance – it outlines in that universal extension a commensurable space – the cadence of space that, once formalised in the clock, classical physics confused with the rhythm of time. This confusion is much more obvious on a cosmic scale.
 
The fact is that time has no entity as such. As it is the relation between the movement of concrete bodies and the concrete spaces those bodies travel, only those factors – space and movement – exist, of which time is the relation.
 
It was relativist physics that, whilst persisting in the search for the concrete identity of time, observed the possible «gravitational and magnetic effects on the clock» and, having judged «the tetra-dimension of space», time was then considered as «an existing factor, subject to conversion».
 
© Nadir Afonso
 
 
 
 
Síntese
 
Quando um corpo, no seu movimento cíclico regressa ao ponto de partida – a Terra, por exemplo – determina, sobre a extensão universal, um espaço comensurável – cadência de espaço que, uma vez formalizado no relógio, a física clássica confundiu com o ritmo do tempo. Esta confusão mais facilmente ressalta à escala cósmica.
 
Na realidade, o tempo não possui entidade em si. Sendo ele a relação entre o movimento dos corpos concretos e os espaços concretos por eles percorridos, só existem estes factores – espaço e movimento – de que o tempo é a relação.
 
Foi a Física relativista que persistindo na procura da entidade concreta do tempo, observou os possíveis «efeitos gravitacionais e magnéticos sobre o relógio» e, uma vez julgado «a tetra dimensão do espaço» foi o tempo considerado, como «factor existente e sujeito a conversão».
© Nadir Afonso

publicado por Laura Afonso às 22:09
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