Domingo, 9 de Novembro de 2014

«NADIR 16.11.10» de António Quadros Ferreira.

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 Edições Afrontamento


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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2014

Apresentação do livro «Nadir 16.11.00» de António Quadros Ferreira na Biblioteca Almeida Garrett no Porto

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Sábado, 17 de Maio de 2014

Nadir Afonso: A invenção do Tempo

Ensaio acabado de publicar pela Universidade Lusíada Editora, 2014

 


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Terça-feira, 18 de Março de 2014

Nadir Afonso: Itinerário (com)sentido


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Quinta-feira, 17 de Outubro de 2013

«Nadir Afonso - Arte, Estética e Teoria» de António Quadros Ferreira.


Edições Afrontamento.

«Nadir Afonso desenvolveu, já, uma obra teórica de excepcional relevância. Obra teórica que se liga à sua produção enquanto pintor e que se integra num ideário mais universal. Com efeito, Nadir Afonso não deixa de ser uma figura controversa, na medida em que o seu pensamento não é de natureza convencional»
© António Quadros Ferreira.




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Domingo, 13 de Outubro de 2013

Nadir Afonso por Fernando Guedes


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Sábado, 12 de Outubro de 2013

Trecho de «As Artes - Erradas Crenças e Falsas Críticas. The Arts - Erroneous Beliefs and False Criticisms»

 Imagem de uma gaveta com desenhos.

 

«Aquela diferença entre perfeição — qualidade assente em princípios variáveis no espaço e no tempo — e harmonia — qualidade quantitativa assente em princípios universais, exactos e constantes, é exaustivamente tratada nos nossos trabalhos. Apenas sublinhamos que a distinção fenomenal não reside nos objectos (razão pela qual a fenomenologia dos filósofos, não se apercebendo dela, reduz perfeição e harmonia no mesmo ideal imanente do espírito do sujeito) mas nas condições de existência anteriores aos objectos … enquanto na realidade, estes são apenas suportes das qualidades. Se a própria transformação da forma dos objectos é causada pela evolução das condições de existência, é nesta que devemos procurar o sentido significativo das suas qualidades. Para compreender o mecanismo destas condições de existência determinantes procuremos estabelecer um paralelo entre meditação teórica e observação prática e regressar ao exemplo, citado anteriormente, do copo e da cadeira: ao primeiro olhar sobre o mundo vejo os objectos — copos, cadeiras, casas… — mas não vejo as suas qualidades nem as leis que as regem — as necessidades e as funções (estabilidade, resistência, comodidade, etc. …) — estas só as posso observar, sentir e compreender, demoradamente, insistentemente, através das minhas experiências … e observa-las não no objecto fixado, fixo diante de mim, mas nas suas condições preexistentes, progressivamente elaboradas. Quando no seu ensaio «A Evolução Criadora», Bergson (1859-1941) escreve que «no nosso primeiro olhar sobre o mundo vemos as qualidades», engana-se e a prova de que ele se engana, é que as não vê, nomeadamente quando, na falta duma anterior elaboração, olha a obra de Arte. Se ele as sentisse não diria que para haver Arte basta haver objecto e haver sujeito. Porque se alguém «vê» as qualidades, não é no objecto nem no espírito, é nas condições de existência presentes sob a forma de relações — de proporções matemáticas, geométricas no caso da Arte Plástica — ainda que, numa ilusão de imanência, ele não o creia e afirme o contrário.» 

© Nadir Afonso


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Quinta-feira, 19 de Setembro de 2013

Nadir Afonso, arquitecto. Panificadora de Chaves

 

 


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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013

Nadir Afonso, arquitecto


publicado por Laura Afonso às 21:59
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Nadir Afonso, arquitecto

 

Edição: Caleidoscópio

 

Publicação resultante da investigação para uma tese de autoria de João Cepeda sobre a obra de arquitectura de Nadir Afonso .


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Segunda-feira, 16 de Setembro de 2013

Apresentação do livro «Nadir Afonso. Arquitecto»


publicado por Laura Afonso às 10:26
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Terça-feira, 30 de Julho de 2013

Harmonia Eterna


publicado por Laura Afonso às 21:00
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Sexta-feira, 28 de Junho de 2013

Universo e o Pensamento de Nadir Afonso.

Texto extraído de Universo e o Pensamento

 

         «Para atingir a almejada compreensão do Universo, ser-nos-ia de grande auxílio conceber, antes de tudo, a sua inexistência; mas como encarar a tão estranha entidade que é o Nada, à qual a espécie humana nunca foi sensorialmente confrontada? Como poderemos nós, seres gerados no seio da Natureza, recusar a existência das coisas? Haverá diligência mental, qual recurso reflexivo para além das sensações, capaz de alcançar essa ausência do Ser? Será possível, apoiados num perseverante apuramento dos sentidos vencer tal contradição íntima? Íntima, sim, é em nós e não, jamais, mediante uma equação matemática ou através de qualquer detector astronómico que tal dificuldade deverá ser debelada.

         É uma singular operação conceptual esta que visa suspender o sentido do espaço e de idear a sua falta e, no entanto, quão necessária ela nos seria para entender o Universo!

         Façamos, por experiência uma tentativa para admitir pelas sensações aquilo que pela razão se depara irrecusável: uma possível inexistência das coisas! De olhos fechados tente-se imaginar esse zero absoluto e veremos que jamais a total abstracção se perfila mentalmente... reaparece sempre a mesma imagem, o mesmo ser existente que é o espaço real duma noite negra e profunda!»

© Nadir Afonso



 


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Domingo, 5 de Maio de 2013

Nadir Afonso - Absoluto


publicado por Laura Afonso às 19:42
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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2012

Era uma vez um menino chamado Nadir

Texto de Agostinho Santos

Ilustrações de Nadir Afonso

 


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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2012

Apresentação do livro «Era uma vez um menino chamado Nadir» de Agostinho Santos com ilustações de Nadir Afonso

Apresentação de Álvaro Magalhães.

 

 

 

 


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Domingo, 16 de Dezembro de 2012

Era uma vez um menino chamado Nadir


publicado por Laura Afonso às 17:20
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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012

Nadir Afonso - Arte, Estética e Teoria de António Quadros Ferreira

 

 

Edições Afrontamento


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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012

Apresentação do livro «Nadir Afonso - Arte, Estética e Teoria» de António Quadros Ferreira na Faculdade de Belas Artes do Porto pelo professor Diogo Alcoforado.

 

 


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Terça-feira, 30 de Outubro de 2012

Apresentação do livro «Nadir Afonso - Arte, Estética e Teoria» livro de António Quadros Ferreira na FBAUP

Dia 5 de Novembro pelas 17h30m.

 


publicado por Laura Afonso às 19:34
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Sábado, 1 de Setembro de 2012

Nadir Afonso: percorsi per una nuova estetica

 

Carlo Cambi Editore

Coord: Stefano Cecchetto

 

 


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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

O Trabalho Artistico - Reflexões de Nadir Afonso

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Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

Apresentação do livro: Nadir Afonso - Conversa com Agostinho Santos na Fnac do Chiado

 

 

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Apresentação do livro: Nadir Afonso - Conversa com Agostinho Santos na Fnac do Chiado

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Terça-feira, 3 de Abril de 2012

Apresentação do livro: Nadir Afonso - Conversa com Agostinho Santos na Fnac do Chiado

 

 

 

 

 Nadir Afonso com Elísio Summavielle e Ilda Figueiredo

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Quarta-feira, 28 de Março de 2012

Apresentação do livro: Nadir Afonso - Conversa com Agostinho Santos

 

 

 


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Quarta-feira, 14 de Março de 2012

Nadir Face a face com Einstein

Em dia de aniversário do nascimento de Albert Einstein: «É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito». (Einstein). 

 

 


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Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Nadir Afonso: Da Intuição Artística ao Raciocínio Estético.

 

 

 

 


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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

O Sentido da Arte

 

  


publicado por Laura Afonso às 19:37
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Sábado, 14 de Janeiro de 2012

Apresentação do livro «Nadir Afonso. Conversa com Agostinho Santos» no Teatro Nacional de São João, Porto.

 

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Apresentação do livro «Nadir Afonso. Conversa com Agostinho Santos» no Teatro Nacional de São João, Porto

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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

Les Mécanismes da la Création Artistique de Nadir Afonso

 

 

 

 


publicado por Laura Afonso às 18:43
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011

O Fascínio das Cidades


publicado por Laura Afonso às 11:56
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Domingo, 17 de Abril de 2011

As Artes - Erradas Crenças e Falsas Críticas. The Arts - Erroneous Beliefs and False Criticisms

 

 

 

 

Texto extraído do livro «As Artes - Erradas Crenças e Falsas Críticas»

© Nadir Afonso

 

 

Ora, todo o conhecimento, (nomeadamente nas Artes), começa por uma observação sensorial e a sua ambição consiste em encontrar a lei normal (nomeadamente de expressão matemática) que o fundamente e justifique. A partir de tal objectivo, torna-se necessário afastar, essa oposição filosófica, intransigente a que assistimos nas Ciências da Natureza, entre o sujeito prático defensor da sensação e o sujeito teórico, defensor da razão.

Para compreendermos e mais facilmente evitar semelhantes intransigências, ouçamos uns e outros.

Em primeiro lugar os sensistas afirmam: «a observação pura, sem mácula» escreve Francis Bacon (1561-1626) «é boa, e a observação pura não pode errar; a especulação e as teorias são más, e constituem a causa de todo o erro. Mais especificamente, fazem-nos ler mal o Livro da Natureza — ou seja, interpretar mal as nossas observações»[1]. «Bacon, o filósofo da ciência» afirma Karl Popper (1902) «era, muito coerentemente, inimigo da hipótese de Copérnico. Não teorizem, disse ele, abram os vossos olhos e observem sem preconceitos e não poderão duvidar que o Sol se move e a Terra está parada»[2].

 Ouçamos agora a tese contrária «Nunca serei capaz de expressar com veemência suficiente» escreveu Galileu Galilei (1564-1642) «a minha admiração pela grandeza de espírito destes homens que conceberam esta hipótese [heliocêntrica] e afirmaram ser verdadeira. Em oposição feroz à prova dos seus próprios sentidos e por pura força do intelecto, preferiram o que lhes ditava a razão ao que a experiência dos sentidos simplesmente lhes mostrava… repito, não existem limites para o meu espanto, quando reflicto no modo como Aristarco e Copérnico foram capazes de permitir que a razão conquistasse os sentidos, e desafiando os sentidos fazer da razão a senhora da sua crença»[3]. «Tal é o testemunho de Galileu quanto ao modo como as teorias científicas ousadas e puramente especulativas nos podem libertar dos nossos preconceitos. Bacon pelo contrário, defendia que estas novas teorias eram preconceitos especulativos, que apenas o abandono [da teoria] nos pode ajudar a libertar-nos de preconceitos, e que o pensamento [teórico] nunca tal pode conseguir»[4]. «O dogma anti-teórico de Bacon» […] «a ideia de que podemos expurgar à vontade as nossas mentes de preconceitos e ver-nos assim livres de todas as ideias ou teorias preconcebidas, preparatórias e anteriores à descoberta científica, é ingénua e errada»[5].

Como vemos, para uns é a observação prática que cria problemas, erros e preconceitos, para outros é o pensamento teórico. Para uns são os sentidos que nos desorientam, para outros são as especulações de intelecto…

Ora o facto de privilegiarmos quer a observação prática quer o pensamento teórico não deve ser encarado como uma grandeza de espírito do sujeito, mas como um defeito e uma limitação.

 
 

Now, all knowledge (namely in art) begins with a sensorial observation and its ambition lies in finding the nor­mal law (namely that of mathematical expression) to justify and confirm it.

From that objective, it is neces­sary to remove the intransigent philo­sophical opposition which we note in natural science, between the practical subject that defends sensation and the theoretical subject that defends reason.

To understand this and more easily avoid similar intransigencies let us hear both sides of the issue.

In the first place sensists state: «pure observation without blemish», writes Francis Bacon (1561-1626) «is good, and pure observation cannot go wrong; speculation and theories are bad and constitute the cause of all error. More specifically, they cause us to mis­read the Book of Nature - in other words, to misinterpret our observa­tions»[1]. «Bacon, the scientific philoso­pher», says Popper (1902) «was, most coherently, an enemy of Copernicus' s theory. Do not theorise, he said, open  your eyes and obsen'e without prejudice and you will not doubt that the Sun moves and the Earth is stationary»[2].

And now for the opposing thesis: «I will never be able to express with sufficient vehemence», said Galileo Galilei (1564-1642) «my admiration for the greatness of the spirit of these men who conceived this (heliocentric) hypothesis and stated that it was true. 1n strong opposition to the evidence of their very feelings and by pure force of their intellect they preferred what reason dictated to the experience simply shown them by their senses ... I repeat, there are no limits to my amazement, when I consider how Aristarchus and Copernicus allowed reason to overcome senses and challenged feelings to make reason the lady of their beliefs»[3]. «Such is Galileo's testimony as to how daring and purely speculative scientific theories will free us of our prejudices. Bacon, on the other hand, defended that these new theories were speculative prejudices, and that only by setting [theory] aside can help free us of prejudices and that [theoretical] thought can never achieve this»[4]. «Bacon' s anti-theoretical dogma» [ ... ] «the idea that we can freely expurga te our minds of pre-judice and so be free of all preconceived ideas or theories, up to and before scientific discovery, is naive and wrong»[5].

As we have seen, some consider that it is practical observation that creates problems, errors and prejudices, whilst others believe it is theoretical thought.



[1] According to a quotation by Karl Popper. O Mito do Contexto, pp 122.

[2] Karl Popper, O Mito do Contexto, pp 122.

[3] Idem.

[4] Idem.

[5] Idem.

 

 
 

[1]  Segundo citação de Karl Popper. O Mito do Contexto, pag. 112.

[2] Karl Popper, O Mito do Contexto, pag. 112.

[3]  Karl Popper. O Mito do Contexto, pag. 112.

 

 

[4]  Karl Popper, O Mito do Contexto, pag. 112.

[5] Karl Popper, O Mito do Contexto, pag. 113.

 

 


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Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Nadir Afonso: Time does not exist

 

 

Edição: Dinalivro


publicado por Laura Afonso às 18:45
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Momentos mágicos

 

 

 

Crianças do Centro Paroquial de Chaves durante a apresentação do livro «Nadir Afonso: Itinerário com(sentido)»de Agostinho Santos


publicado por Laura Afonso às 11:48
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Sábado, 9 de Maio de 2009

Apresentação do livro: Nadir afonso, Itinerário (com)sentido em Serralves

 

Maria José Magalhães, João Fernandes e Nadir Afonso

 


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Apresentação do livro: Nadir afonso, Itinerário (com)sentido em Serralves


publicado por Laura Afonso às 14:12
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Apresentação do livro: Nadir afonso, Itinerário (com)sentido em Serralves

 

José Ribeiro, Maria José Magalhaes, João Fernandes, Nadir Afonso, Laura, Agostinho Santos


publicado por Laura Afonso às 14:09
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Apresentação do livro: Nadir afonso, Itinerário (com)sentido no Museu do Chiado

 

Pedro Lapa, Maria José Guimarães, Nadir Afonso, Agostinho Santos, José Ribeiro


publicado por Laura Afonso às 14:07
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