Quarta-feira, 14 de Março de 2012

Nadir Face a face com Einstein

Em dia de aniversário do nascimento de Albert Einstein: «É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito». (Einstein). 

 

 


publicado por Laura Afonso às 23:45
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Terça-feira, 1 de Novembro de 2011

A crise vista por Einstein

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."

 

Albert Einstein 


publicado por Laura Afonso às 19:18
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Quarta-feira, 16 de Março de 2011

Preconceito

 

 

«É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.» Albert Einstein

 

 


publicado por Laura Afonso às 23:02
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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Livros - NADIR FACE A FACE COM EINSTEIN – NADIR AFONSO

por: Mário Chaves

Publicado em ARQ/A - Revista de Arquitectura e Arte

Descobria-se a física quântica e a relatividade, quando Nadir era menino. Nesse tempo Einstein estava no seu zénite. É numa situação possível na relatividade de facto estarem face a face a discutirem a sublimação das aparentes impossibilidades e contradições do que é então relativo mas não contraditório. O tempo, esse enigmático ser, que na sua existência se prova a nossa condição, é o verdadeiro protagonista deste confronto. Em ambos o tempo deu dimensão à existência e espessura à ideia. Face a face é genial, uma vez que é corajoso o embate, introduzindo novas leituras sobre a grandeza da Relatividade e do pensamento Quântico. Nadir é um herói, ao desafiar-se ao longo da vida nesta necessidade de clarificação do que o inquietou nesta aventura maior de provar o desafio do tempo, porque este só existe quando um corpo se desmaterializa e é luz ao segundo na vertiginosa velocidade dos 300 000 km/s. E se Einstein foi ainda relativista quando pretendeu que a velocidade da luz fosse constante, pode agora Nadir adiantar que a incerteza é de facto um princípio certo, porque foi a física explicada e demonstrada em princípios clássicos, aos quais Nadir pode agora acrescentar a dinâmica da reflexão de que mais que tudo, o tempo é relativo. É uma obra maior da clarividência lusa, onde a luminosidade da sua pintura de um mundo determinista, tem uma visão quântica. Tudo é então relativo, quando o paquete que face a si, já lá não esta.

 (…)

 

 

 

Jan 2010

 


publicado por Laura Afonso às 18:32
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Sábado, 19 de Julho de 2008

Nadir Afonso face a face com cientista Einstein

 

AGOSTINHO SANTOS in Jornal de Notícias de 16-7-2008

Nadir Afonso é um nome grande da arte contemporânea, mas, além de pintor e arquitecto, é pensador. Em livro a apresentar amanhã, na residência do artista em Cascais, expõe dúvidas "directamente"relacionadas com a teoria de Einstein.

A pintura e a escrita são duas linguagens que conhece bem e a que está ligado desde sempre. Nos intervalos das suas quase intermináveis sessões de pintura, no seu atelié de Cascais, Nadir Afonso refugia-se no escritório e pelo seu punho vai escrevendo, numa letra minuciosa, o que lhe dita a alma. E quase sempre se relaciona com arte e tudo o que a envolve.

Foi assim que nasceram os livros "La sensibilité plastique", "Les mecanismes de la création artistique", "O sentido da arte", "Universo e o pensamento", "Da intuição artística ao raciocínio estético", "Universo e pensamento", "Sobre a vida e obra de Van Gogh" e, agora, "Nadir face a face com Einstein".

Neste livro, a que o JN já teve acesso, o pintor escreve que "desde que procuro criar de minhas próprias mãos, que existem energias nas leis da natureza; energias da lei (entendida como ser de características imutáveis) ou energias legíticas; mas não se trata dessas forças sobrenaturais de que nos falam os estetas - como se fôssemos tocados pela magia das coisas - trata-se de uma motilidade natural incriável e inevitável".

E, mais adiante, escreve: "Indiferente à indiferença que as minhas suposições simplistas possam provocar, permito-me persistir; a lei, na sua verdadeira asserção, não rege de fora nem do alto", age como operador consubstancial do Universo".

 

 


publicado por Laura Afonso às 15:01
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Domingo, 22 de Junho de 2008

Apresentação do livro «Nadir face a face com Einstein»


publicado por Laura Afonso às 21:46
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Summary - Síntese - Nadir Face to Face with Einstein

 

Summary
 
When a body, in its cyclical movement returns to its point of departure – Earth, for instance – it outlines in that universal extension a commensurable space – the cadence of space that, once formalised in the clock, classical physics confused with the rhythm of time. This confusion is much more obvious on a cosmic scale.
 
The fact is that time has no entity as such. As it is the relation between the movement of concrete bodies and the concrete spaces those bodies travel, only those factors – space and movement – exist, of which time is the relation.
 
It was relativist physics that, whilst persisting in the search for the concrete identity of time, observed the possible «gravitational and magnetic effects on the clock» and, having judged «the tetra-dimension of space», time was then considered as «an existing factor, subject to conversion».
 
© Nadir Afonso
 
 
 
 
Síntese
 
Quando um corpo, no seu movimento cíclico regressa ao ponto de partida – a Terra, por exemplo – determina, sobre a extensão universal, um espaço comensurável – cadência de espaço que, uma vez formalizado no relógio, a física clássica confundiu com o ritmo do tempo. Esta confusão mais facilmente ressalta à escala cósmica.
 
Na realidade, o tempo não possui entidade em si. Sendo ele a relação entre o movimento dos corpos concretos e os espaços concretos por eles percorridos, só existem estes factores – espaço e movimento – de que o tempo é a relação.
 
Foi a Física relativista que persistindo na procura da entidade concreta do tempo, observou os possíveis «efeitos gravitacionais e magnéticos sobre o relógio» e, uma vez julgado «a tetra dimensão do espaço» foi o tempo considerado, como «factor existente e sujeito a conversão».
© Nadir Afonso

publicado por Laura Afonso às 22:09
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Domingo, 30 de Março de 2008

NADIR FACE A FACE COM EINSTEIN - NADIR FACE TO FACE WITH EINSTEIN

CapaNadir copy


Novo livro de Nadir Afonso


 


publicado por Laura Afonso às 20:29
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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Nadir face to face with Einstein


The universe as a continent, receptacle, has no beginning and no time, no end and only inside does it have content, the legitic energy that generates all: movement, space, time, in a clarity without enigmas, without mysteries, without contradictions or mystifications.

I say: the law is the generating source of radiation that animates the Universe; and yet that word, source, is not correctly employed: the fact that there is a source of origin presupposes a precedent action that does not actually exist. The energy that constitutes the Universe did not come from just anywhere, because no thing was created: the energy lies as does the principle - the law - that sustains it. As opposed to what we sensorially deem to be natural, its being does not come from the past of from above; it does not govern from outside   .It acts inside the phenomenon itself as an element of its intrinsic composition. And yet these affirmations possess as lengthy a history as my work fumbled in the core of the forms; as strong as this current certainty mingled with disturbing queries. If, as I believe and for many years have clamoured, the essence of Art does not lie in the object -  Art is in the geometry, the underlying mathematics that animates the object - then what is it I feel except this and what touches me but the energy that emanates from its norms? From my earliest works I have asked these questions: do laws themselves irradiate energy? Is it not the emotion I feel that is the effect of its impact? I have tenaciously devoted my life to these questions and was not light-heartedly that my studies flowed and confined themselves to this final conclusion: the law is the natural entity that no force can create and no force can eliminate; it rejects its creation as it rejects its negation.

Simple conjectures? Certainly, but what is the concept in cosmogony that is not pure supposition? These beliefs are at least placed at the end of an activity performed in the work of the forms. I do not hesitate to state: in the way that l will try to expound my theory it is unique in the sense that appealing to the originality and the singularity' of the law - as autokinesia - it does not contain its antithetical term that analytical thought usually claims; any causal hypothesis appears inconceivable to me. Where is the power that surpasses - or the cause that precedes -, willing to suspend the law of forms in its elementary, the force that can prevent that this constant reality that is its mathematical genesis should exist, in itself as distinct from the object that expresses and represents it?

Both the elements and the physical substances are founded on geometrical rules. What can be self-sufficient except singularity, extreme simplicity and the exactness of the circle? All cosmic space is in essence reduced to this absolute spatial rule; and any other principle, physical or geometrical, is already a complexity arising therefrom. As the synthesis of all elements of nature, the circle expresses the form raised to its ultimate reduction; it encloses that demiurgic intuition, now lost: in classical antiquity geometrics was the cosmometric form par excellence… and I will now return to that original meaning, that pure platonic monad, and attempt to express myself within it: The solution of the cosmic problem, in the same perceptive path of the artistic phenomenon, at the start requires an act of reflection based on the concept of elementarily and simplicity.

 

© Nadir  Afonso -  Nadir face to face with Einstein


publicado por Laura Afonso às 18:57
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Nadir face a face com Einstein



Texto extraído do livro «Nadir face a face com Einstein»



O universo como continente, receptáculo, não tem princípio nem tempo, nem fim, e só no seu interior, conteúdo, a energia legítica tudo gera: movimento, espaço, tempo, numa clareza sem enigmas, sem mistérios, sem contradições e sem mistificações.

Eu digo: a lei é a fonte geradora de radiação que anima o Universo; e contudo, este vocábulo fonte não está correctamente aplicado: o facto de haver uma fonte de origem, pressupõe uma acção pre­cedente que na realidade não existe. A energia que constitui o Universo não veio de qualquer lado, porque nenhuma coisa foi criada: a energia jaz como igualmente jaz esse princípio – lei – que a sus­tenta. Ao contrário daquilo que sensorialmente se nos depara como natural, o seu ser não vem do passado nem do alto; não rege de fora. Ele age no interior do próprio fenómeno como elemento da sua composição intrínseca. E contudo, estas afirmações possuem uma história tão longa como a minha obra tacteada no seio das formas; tão forte como esta certeza actual, entremeada de pertur­bantes interrogações. Se, como penso, e há longos anos clamo, a essência da Arte não reside no objecto – a Arte está na geometria, matemática subjacente que anima o objecto – então o que sinto além deste e me toca senão a energia que emana das suas normas? Desde os meus primeiros trabal­hos, formulo estas perguntas: as leis irradiam elas energia? Não será o efeito do seu impacto esta emoção que me toma? Respostas a que tão tenazmente me devotei e a partir das quais não foi de ânimo leve se os meus estudos confluem e se confinam a esta derradeira conclusão: a lei é a entidade natural que nenhuma força pode criar e nenhuma força pode eliminar: ela rejeita a sua: criação como rejeita a sua negação.      

- Simples conjecturas? Certamente, mas qual será o conceito que em cosmogonia não se reveste de suposição pura? Estas crenças situam-se pelo menos no termo duma diligência vivida no" trabalho das formas. Não hesito em afirmar: do modo com tentarei expô-la, a minha tese é única no sentido em que, apelando à originalidade e à singularidade da lei – como autocinesia –, não com­porta o seu termo antitético que o pensamento analítico normalmente reclama: qualquer outra hipó­tese causal se me afigura inconcebível. Onde está, com efeito, o poder que supera - ou a causa que precede -, disposto a suspender a lei das formas na sua elementaridade, a força capaz de impedir que essa constante realidade que é a sua génese matemática exista, em si, distinta do objecto que a, exprime e representa?

Quer os elementos, quer as substâncias físicas fundem-se em normas geométricas. O que poderá existir de auto-suficiente senão a singularidade, a extrema simplicidade, a exactidão do círculo? Todo o espaço cósmico se reduz, na sua essência, a essa regra espacial absoluta; e qualquer outro princí­pio, seja físico seja geométrico, é já uma complexidade proveniente dela. Síntese de todos os elementos da Natureza, o círculo exprime a forma elevada à sua redução última; ele encerra...essa intuição demiúr­gica, hoje perdida: na Antiguidade Clássica, geométrica era a forma cosmométrica por excelência... e a esse sentido original, àquela pura mónade platónica, aqui regresso e nela tentarei expressar-me:

A solução do problema cósmico, na mesma via perceptiva do fenómeno artístico, requer, à partida, um acto de reflexão fundado sobre o conceito de elementaridade e de simplicidade.

©  Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 17:38
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