Quarta-feira, 2 de Setembro de 2015

Nadir Afonso: Eros

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Presidente da Assembleia da República Dra Assunção Esteves visita a exposição Eros de Nadir Afonso.

Centro de Artes Nadir Afonso em Boticas


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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2015

Nadir Afonso - Eros no Centro de Artes Nadir Afonso em Boticas

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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2015

Nadir Afonso - Eros

 Curadoria de Bernardo Pinto de AlmeidaConvite Nadir 2015.jpg

 Curadoria de Bernardo Pinto de Almeida


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Sexta-feira, 7 de Junho de 2013

Centro de Artes Nadir Afonso em Boticas - CANA


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Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Centro de Artes Nadir Afonso

 

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http://centronadirafonso.com/

Centro de Artes | Nadir Afonso

 

 


publicado por Laura Afonso às 22:30
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2011

Centro de Artes em Boticas

 

 

 


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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Construção do Centro de Artes Nadir Afonso já arrancou

       
 
BOTICAS, 2010-06-30 16:09:18

Já arrancaram as obras de construção do “Centro de Artes Nadir Afonso”, um espaço que perpetuará a ligação do Mestre Nadir Afonso, um dos maiores expoentes da pintura contemporânea portuguesa, ao Concelho de Boticas, de onde era natural a sua mãe (mais propriamente da aldeia de Sapelos), e que permitirá elevar a oferta cultural de Boticas, colmatando a ausência de um espaço cultural condigno e constituindo uma importantíssima mais-valia para o Concelho, para a região do Alto Tâmega e até para o norte do país, assumindo-se ainda como um projecto inovador que atrairá público nacional e estrangeiro, contribuindo para a criação de novas dinâmicas e maior visibilidade de Boticas.

O “Centro de Artes Nadir Afonso” resultará da construção de um edifício de raíz, cujo projecto foi elaborado pelo gabinete de arquitectura “Louise Braverman, Architect, P.C.”, com sede em New York, USA, e pelo gabinete de arquitectura “PPA Arquitectos”, com sede em Rio de Mouro, de acordo com as linhas traçadas pela Fundação Nadir Afonso, com quem o Município de Boticas assinou um protocolo para a realização desta obra.

O investimento na construção do “Centro de Artes Nadir Afonso” será de cerca de 2,5 milhões de euros.

Este espaço irá ter cerca de 80 obras do artista disponíveis em exposição permanente, albergando ainda exposições de pintura ou de outras obras de arte com relevo nacional, uma biblioteca relacionada com temáticas ligadas à pintura e uma escola de pintura. Ao mesmo tempo, o Centro de Artes terá também por função o lançamento de publicações editoriais promovidas pela Fundação ou pelo Município, a realização de colóquios, seminários e outras acções de idêntica natureza, para além da promoção de outras actividades.

Numa recente visita a casa do Pintor, em Cascais, o presidente da Câmara Municipal de Boticas, Fernando Campos, teve oportunidade de informar Nadir Afonso sobre o começo das obras do Centro de Artes, o que o deixou muito satisfeito, até porque, como o próprio confessou, deposita “uma grande expectativa relativamente ao Centro de Artes, esperando que este espaço possa vir a contribuir decisivamente para o aumento e a consolidação da oferta cultural em toda a região”.

De resto, Nadir Afonso prometeu visitar “in loco” as obras de construção do Centro de Artes, o que deverá acontecer já no decorrer do próximo mês de Agosto, altura em que terá presente uma exposição do edifício da Câmara Municipal de Boticas, o que acontecerá pelo terceiro ano consecutivo.

 

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Centro de Artes de Boticas in Harvard Design Magazine

 


publicado por Laura Afonso às 23:28
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Domingo, 5 de Outubro de 2008

Centro de Artes Nadir Afonso, Portugal

Fonte: http://www.domusweb.it/upd_architecture/article.cfm?idtipo=1&id=16

Centro de Artes Nadir Afonso, Portugal

30. set. 2008

Centro de Artes Nadir Afonso, Portugal
  • foto
  • Centro de Artes Nadir Afonso, Portugal  
  • Centro de Artes Nadir Afonso, Portugal  
  • Centro de Artes Nadir Afonso, Portugal  
  • Centro de Artes Nadir Afonso, Portugal  
  • Centro de Artes Nadir Afonso, Portugal  
Architect Louise Braverman from New York has designed the new Centro de Artes Nadir Afonso, a sustainable art museum slated to be built in 2010 in the northern Portuguese town of Boticas. The museum will exhibit the artwork of the renowned living Portuguese artist, Nadir Afonso. Formerly a practicing architect who early in his career worked for Le Corbusier and Oscar Niemeyer, Nadir Afonso has been both making art and writing about aesthetics for decades. His foundation will donate 80 works of art to the center. The museum is divided into two distinct but connected parts, an urbane cultural structure and a park covered below-grade exhibition hall. The urban face of the building consists of an above grade double height entry hall with a second story balcony providing entrance to the auditorium that together with a multipurpose space, gift shop and office contribute to the civic stature of this growing portuguese town. A large ceramic tile mural created by Nadir Afonso will itnroduce pedestrians to the work of the artist. The below grade exhibition space, carved out of the natural granite ledge hillside and covered with a slope, sustainable planted green roof park, functions as a connection to the town. The design of the Centro de Artes Nadir Afonso is integrally intertwined with the urban development of the town of Boticas for it will create a cultural extension of the emerging town center. Strategically located at the intersection of newly built national highways, the museum is poised to become a global destination that will expose the art of Nadir Afonso, to a much larger audience as well as serve as a cultural and economic engine for the local economy and surrounding region.


 


publicado por Laura Afonso às 15:05
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Domingo, 7 de Setembro de 2008

Centro de Artes Nadir Afonso

 

 

 


publicado por Laura Afonso às 20:07
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

Entrevista a Nadir Afonso: “A Geometria é fonte de harmonia”. Por: Patrícia Posse

Foto: Patrícia Posse Nadir Afonso

Pintor flaviense em Entrevista ao Mensageiro

Faz questão de se apresentar como transmontano aonde quer que esteja e defende a lógica matemática como alicerce de toda a obra de Arte. Eis as linhas-mestras de Nadir Afonso, o pintor flaviense que se tornou numa referência no panorama artístico contemporâneo. Formou-se em arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes no Porto, mas a sua natureza sempre o impeliu para a pintura. É na tela que os seus dedos esguios se encarregam das pinceladas geométricas, traços distintivos do seu trabalho. Aos 87 anos, o artista fala do seu percurso, que conjuga, nos quadros, as leis universais da matemática para pintar a harmonia.

Mensageiro: Como começou a paixão pela pintura? Aos quatro anos desenhou um círculo na parede da sala… Nadir Afonso: Um ponto central equidistante dos pontos periféricos é uma forma perfeita, uma forma impressionante. Fui sempre muito atraído pela geometria, porque é um espectáculo de exactidão e ressoa no espírito como uma forte emoção de plenitude.

M: Sempre procurou esse “espectáculo de exactidão” nas suas obras? N.A: A essência da obra de arte está na exactidão matemática, que nos cria a emoção que transcende a obra inartística. Na Natureza, temos qualidades de perfeição, de evocação e de originalidade que todo o homem sabe reproduzir na tela. O que distingue o artista do homem comum é a quarta qualidade: a harmonia, que não está no objecto, mas na forma geométrica, que emprega leis matemáticas. É essa qualidade que suporta todas as outras e as eleva ao nível da arte. A harmonia realça as outras qualidades e sentimos a perfeição mais justa, sentimos a evocação mais sincera, sentimos a originalidade mais espontânea.

M: Como é que o artista aprende essas leis da Natureza? N.A: São apreendidas de uma maneira perceptiva, não são racionalizadas. Muitos artistas não têm consciência de que estão a fazer matemática. É uma intuição que os conduz à geometria, sem que estejam conscientes disso. Eu estou, porque passei a vida toda a magicar sobre isso.

M: Por detrás de um quadro, questionava-se com frequência? N.A: Comecei a querer compreender as coisas, a passar da intuição para o raciocínio claro das leis que regem a obra de arte. Nunca vi ninguém debruçado sobre estes problemas. Estetas tão conhecidos como Kant ou Hegel e tantos outros falam de tudo e não há uma palavrinha sobre as leis. Eles não se apercebem que há leis matemáticas na criação da obra de arte. Meditam, mas, como não trabalham com as formas, o essencial escapa-lhes.

M: Ao trabalhar com as formas, acabou por descobrir uma veia filosófica dentro de si? N.A: Trabalhando as formas, o homem é trabalhado por elas e depois, pouco a pouco, tenta elevar ao nível do raciocínio esses impulsos intuitivos. Foi o que eu fiz. Na arte, os estetas erram, todos eles, porque não vêem que há uma lei geométrica subjacente, que dá harmonia à obra de arte. A geometria é fonte da harmonia.

M: Afirmou que um arquitecto é sempre condicionado, porquê? N.A: Um arquitecto tem que responder a uma câmara municipal que controla onde ele pensa projectar a obra. Há uma série de condicionantes e isso limita a criatividade.

M: Que aprendizagens é que ficaram do convívio com os arquitectos Le Corbusier e Óscar Niemeyer? N.A: Ter que trabalhar em arquitectura foi penoso. É claro que aprendi muito com eles, mas se não fosse o meu trabalho pessoal isso arredondava em zero. Eles falavam e nós íamos ouvindo, mas não é por aí que se tem a percepção da obra de arte. A intuição própria, essa é que é a grande matriz. Só trabalhando as formas é que se acaba por perceber o mecanismo da criação.

M: A geometria das suas obras poderá ser uma herança do seu trabalho na arquitectura? N.A: Tenho impressão que não tem grande influência. Acho que trabalhando as formas, pouco a pouco, uma pessoa vai sentindo que há leis. Muitos pintores não têm essa preocupação de se auscultar, de se interrogarem a si próprios. Eu tive sempre essa preocupação.

M: A opção pelo abstraccionismo geométrico advém desse fascínio que tem pelas leis da matemática? N.A: Quando estou num café ou em qualquer parte e estou alheado do mundo, pego num lápis e vem sempre geometria. Surpreendo-me sempre a pôr um quadrado circunscrito e ver as harmonias que ressaltam desse jogo puramente arbitrário. Pouco a pouco, estou a procurar harmonias. Há um mundo infinito de harmonias na geometria e que as pessoas não se apercebem.

M: Foi para transmitir essas relações que fez acompanhar a sua obra de publicações? N.A: Tenho escrito muitos livros e ninguém dá importância nenhuma. Mas tenho a impressão de que com o tempo os meus livros vão acabar por ser lidos e compreendidos. A partir daí, as pessoas ficam a saber que sem trabalho pessoal não há obra de arte. Mais tarde ou mais cedo, os princípios vão penetrar nas escolas de Belas-Artes e os alunos já não vão convencer-se a si próprios que estão a lançar na tela o seu mundo interior, a sua alma, isso é uma vigarice.

M: “A Arte é um mistério.” Refutou esta afirmação de Einstein, mas fica tudo a descoberto num quadro? N.A: Não há nada de misterioso na Arte. Apreender as leis que regem uma obra de arte é uma diligência extremamente difícil. É preciso trabalhar durante dezenas e dezenas de anos para começar a sentir na obra de arte essas leis.

M: Há algum privilégio pelas cores? N.A: As cores também têm uma dimensão geométrica. Por exemplo, se o fundo é branco, ponho um triângulo preto. Tem uma certa força. Mas se, em vez do preto, ponho um amarelo, aquele triângulo perdeu a força, ainda que o tamanho seja o mesmo. A cor joga na composição como elemento geométrico e eu sinto isso.

M: Como é quando pega no pincel em frente à tela? N.A: Não sei o que vou pintar. A primeira forma é arbitrária, agora a segunda forma já está a jogar com a primeira.

M: Tem que haver relações de afinidade com todos os elementos do quadro? N.A: Tem que haver relações matemáticas. Por isso, a última forma é a mais difícil, já que tem uma série de tensões matemáticas a justificá-la. À medida que vou acrescentando formas, elas vão-se justificando umas às outras. A última forma é já o resultado matemático de todas as outras. É única, não há duas hipóteses.

M: Portanto, o mais difícil é chegar à última forma? N.A: A última forma é o diabo, porque é já solicitada pelas outras. A prova que há matemática é a última forma, que é difícil de apanhar. Estou 20 anos sem ver um quadro e hoje já o vejo melhor. O indivíduo vai perdendo as qualidades. Para pintar, canso-me, dói-me a coluna, mas sinto que a sensibilidade se vai agudizando.

M: Do seu período artístico, qual foi o que mais o marcou? N.A: Sou muito atraído pela geometria das cidades. Como viajei bastante, acho que é uma coisa interessante, pois são ricas em formas geométricas.

M: Mas disse: “é de minha casa que vejo todas as cidades”… N.A: É, porque no fundo acontece o seguinte: vamos a Berlim, vemos a cidade, ficam certas imagens. Mas, depois, é no atelier que isso se reforça, pinto aquilo que ficou. É em casa que uma pessoa retoca e compõe.

M: “O artista não realiza nenhum trabalho, enquanto o trabalho não realiza o artista”, palavras suas. Qual é o trabalho que o fez sentir mais realizado? N.A: O quadro “Apolo” [agora exposto em Boticas], que saiu facilmente. As leis ordenaram-se praticamente sem grande esforço, saiu quase espontaneamente. Às vezes, é o contrário.

M: Hoje contraria a afirmação do contínuo, que lhe recomendou o curso de arquitectura, de que “a pintura não alimenta o Homem”? N.A: A pintura pode alimentar o Homem. Ele enganou-se. Ainda me lembro das palavras dele: “vá para arquitectura” e eu, cobardemente, segui o seu conselho. Fiz mal. Incompatibilizei-me com o meu mestre, o professor Carlos Ramos, que até me reprovou, com o pretexto de que eu tinha falta de paciência. Geralmente, o arquitecto trabalha em estiradores horizontais, mas eu punha-o na vertical e pintava. Fiz muitos disparates enquanto era aluno de Belas-Artes, no Porto. M: O que é que fica de si em cada trabalho que produz? N.A: Depende. Se sentir que criei uma obra, fico satisfeito, pois ainda estou a criar coisas bonitas. Há orgulho nisto. Ou então, muitas vezes, penso que errei e considero que não fiz coisa nenhuma. Às vezes, as coisas encadeiam-se facilmente. Por sorte talvez, sai a eito. Mas é curioso, quando um quadro nos dá muito trabalho ficamos com a sensação de que é melhor que os outros, porque nos custou mais. Mas depois, reflexão feita, vemos que afinal o esforço nem sempre compensa.

M: Está inerente a cada quadro que pinta uma busca de equilíbrio? N.A: Há sempre uma busca inconsciente de equilíbrio. Muitas vezes, a pessoa repara que conseguiu e, no entanto, pareceu-lhe que não conseguiu. Há muitas hesitações na Arte, tactear até encontrar, sem nunca ter certezas. Só muito tarde é que me surpreendo a olhar para um quadro meu e a dizer “por acaso acertaste, como é que tu conseguiste isto?”. Patrícia Posse

Quadros XL de Nadir Afonso

Mostra inclui quatro obras inéditas A exposição “Nadir Afonso XL” foi inaugurada na última segunda-feira, dia 4, no átrio dos Paços do Concelho de Boticas. Esta é a primeira vez que o pintor flaviense expõe exclusivamente quadros de grande formato, que, desde o início deste século, caracterizam uma nova etapa do seu percurso artístico. “Estes quadros têm mais impacto sobre o público. O trabalho de composição faço-o a uma escala pequena, depois vou ampliando. Esse trabalho de ampliação já não é um trabalho artístico, é algo secundário, porque a elaboração da obra obedece a leis matemáticas e é feita à escala do guache. A ampliação é uma diligência puramente mecânica”, explicou Nadir Afonso. Os visitantes poderão contemplar nove quadros em acrílico sobre tela de grandes dimensões, quatro dos quais inéditos (“Dusseldorf”, “Kuala Lampur”, “Toronto” e “Sienna”), realizados já no século XXI. O artista fez questão de sublinhar que “a obra de arte é tacteada, é uma labuta, uma procura”. “Não é a inteligência que elabora a obra de arte, é a intuição artística, uma intuição puramente sensível que apreende as leis da matemática que estão na geometria das formas”, acrescentou. As obras em exposição pertencem ao acervo da Fundação Nadir Afonso e vão estar patentes de segunda a domingo, das 9h às 13h e das 14h às 17h30, até dia 29 de Agosto. No edifício da autarquia, os visitantes vão poder ainda apreciar aquele que é um dos maiores painéis em azulejo feitos pelo artista, com 11 por 2,4 metros.


publicado por Laura Afonso às 16:49
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