Quinta-feira, 5 de Abril de 2012

Nadir Afonso em Chaves.

 

 

 

Fotografia de Pereira de Sousa

 


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Domingo, 25 de Março de 2012

Obras de construção da Fundação Nadir Afonso

Projecto do arquitecto Álvaro Siza.

 

 


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Domingo, 29 de Janeiro de 2012

Canto do Rio de Nadir Afonso

 

 

 

 

© Nadir Afonso

 


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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Nadir e canhão

 

 

Fotografia de Pereira de Sousa

 


publicado por Laura Afonso às 15:29
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

Fundação Nadir Afonso

 

Link: http://gop.pt/projecto-detalhe.php?projecto=266&catProj=13

Sustentabilidade


publicado por Laura Afonso às 13:46
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011

Comemorações do dia do patrono e da comunidade educativa do Agrupamento de Escolas Nadir Afonso

 

  

Director do aena, Dr. Tomás no uso da palavra.

 

Foto de Sandra Pereira

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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

Obras da Fundação Nadir Afonso

 

 

 


publicado por Laura Afonso às 12:54
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

Nadir Afonso no atelier em Chaves

 

Fotografia de Tony Arruza


publicado por Laura Afonso às 15:41
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011

Logotipo do Agrupamento de Escolas Nadir Afonso

 
 

 

 

 


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Domingo, 28 de Agosto de 2011

Olhar...


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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011

Nadir Afonso e o Castelo de Chaves


publicado por Laura Afonso às 18:33
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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Em dia de Aniversário

 

© Nadir Afonso

 

 

Transcrição do assento do registo de nascimento:

 

 

«Às dezanove horas do dia quatro do mez de Dezembro do ano mil novecentos e vinte, na quinta dos Codeçais, subúrbios desta vila, nasceu um indivíduo do sexo masculino a quem se vai por o nome de Nadir Afonso Rodrigues, filho legítimo de Artur Maria Afonso, de trinta e oito anos, aspirante de finanças, natural da vila e concelho de Montalegre, e de Palmira Rodrigues Afonso, de trinta anos, doméstica, natural da povoação de Sapelos, freguesia de Sapiãos, concelho de Boticas, e ambos domiciliados nesta vila; neto paterno de João Maria Afonso e Orízia Ferreira da Silva e neto materno de Augusto Rodrigues e de Felisbina Rua. Foram declarante o pai do registando e testemunhas que dezejam ser considerados padrinhos, Joaquim Rodrigues, casado, médico e espoza Carlota Ataíde de Sousa Vilhena, doméstica, domiciliados na povoação de Casas Novas, freguesia de Redondelo, deste concelho. Este registo depois de lido e conferido com o seu extracto, vai ser assinado por todos.» (…).
 
 

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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Selo Comemorativo do Bicentenário da Segunda Invasão Francesa

 

Autor: Nadir Afonso

 


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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Momentos mágicos

 

 

 

Crianças do Centro Paroquial de Chaves durante a apresentação do livro «Nadir Afonso: Itinerário com(sentido)»de Agostinho Santos


publicado por Laura Afonso às 11:48
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Rua da Cadeia - Chaves

Viagem ao passado

 

© Nadir Afonso

 


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Domingo, 29 de Março de 2009

Exposição de Nadir Afonso em Chaves


publicado por Laura Afonso às 11:45
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A Emoção da Geometria

 


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Domingo, 18 de Janeiro de 2009

Apresentação do projecto da Fundação Nadir Afonso em Chaves

Arquitecto Álvaro Siza, Ministro Administração Interna Dr. Rui Pereira, Mestre Nadir Afonso e Presidente da Câmara Municipal de Chaves, Dr. João Baptista.


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Mestres Álvaro Siza e Nadir Afonso na apresentação do projecto em Chaves


publicado por Laura Afonso às 21:45
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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Fundação Nadir Afonso em Chaves

Projecto de Álvaro Siza Vieira


publicado por Laura Afonso às 08:28
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Sábado, 20 de Setembro de 2008

A Natureza da/na Arte

 

 
Texto de Paula Monteiro
 
In Revista «Villas & Golfe», Junho/Julho de 2008
 
 
Desde o círculo vermelho que pintou, aos 4 anos, na parede branca da casa dos pais, Nadir Afonso pressen­tiu, e agora sente e sabe, que é na geometria, nas leis matemáticas, que está a essência da obra de arte. Quando um artista pinta, diz o Mestre, ele «representa essas leis matemáticas que estão na natureza, embora não tenha disso consciência».
Do seu percurso - tanto apreciável nas obras de arte realizadas como analisável nos diversos livros anele expõe asuateoria sobre a criação artística - fazem parte diversas experimentações, pois a arte é uma «procura que se faz experimentando». Arquitecto por acaso, inevitável e intrinsecamente pintor, Nadir Afonso continua na demanda da harmonia, essa lei que rege a arte, habitante das insubstituíveis e indestrutíveis leis matemáticas da geometria. Como estas leis são naturais c cosmológicas, através da geometria alcança-se o íntimo da natureza, revelando a arte, segundo o Mestre, «a relação entre a lei e o objecto».
 
 
Aos 4 anos pintou um círculo na parede da sala dos seus pais. O que acha que o levou a pintar essa forma geométrica, geometria que marcou a SUA obra pictórica posterior?
Tinha 4 anos, tratou-se de algo irreflectido. Se há alguma relação com o meu trabalho posterior, não sei explicar. Achei que era uma figura bonita e interessante - no branco da parede, o círculo vermelho sobressaía. Mas não fui mais além do que isso. A reflexão aparece agora. E talvez possa chegar a uma conclusão - devia haver, no subconsciente, uma atracção, que eu já sentia nessa altura, pelas figuras geométricas.
 
Afirmou que «um quadro versa certas leis, leis de composi­ção, que são leis que estão na matemática e essas leis são imutáveis». A que leis se refere?
São as leis da matemática. As leis da matemática são imu­táveis: 2 + 2 = 4 em qualquer parte. Ainda que nunca tivesse existido um círculo ou um quadrado, a lei em si existe, é pré­-existente. O Homem foi atraído por essa geometria, uma geometria latente. As leis do círculo, do quadrado, do tetraedro, todas elas são insubstituíveis c existem mesmo se o objecto nunca tivesse existido.
 
E um pintor, ao pintar, procura representar essas leis?
Procura, ainda que não tenha disso consciência. E normalmente não tem. O artista diz: «Não tenho nada a ver com a geometria. Eu exprimo na minha obra o meu mundo interior». Isto é fal­so. O artista pensa que é o seu mundo interior que ele exprime na sua obra, quando o que ele faz é ir buscar leis que estão na natureza. Ele exprime essas leis porque as sente sem as compreender.
 
Pode-se então dizer que Arte é uma equação que precisa ser desenvolvida mentalmente e cuja solução não está, necessariamente, no mundo visível?
Não é visível. A geometria não é um fenómeno dizível. Não posso definir as leis da obra de arte, nem as leis do cosmos, mas posso senti-las. Insisto nisto porque é muito importante: o artista emprega essas leis porque as sente, mas não as compreende.
E por isso vemos os artistas a não estarem de acordo comigo, e muito menos os estetas. Porque as coisas não são reflectidas, não atingem o nível da consciência. Passam-se ao nível da intuição e não da consciência.
 
A sua experiência com o círculo vermelho na sala e posterior evolução pareciam ditar que estaria nas Belas-Artes a sua for­mação. Qual foi o acaso que ditou a inscrição em arquitectura?
Fui para arquitectura porque fui solicitado por agentes ex­teriores. Quando cheguei às Belas-Artes do Porto, levava um re­querimento para me inscrever em Pintura. Mas quando lá entrei, encontrei um funcionário que estava lá dormitando. Disse-lhe que queria inscrever-me em pintura. Ele puxa pelo requerimento e diz: «Oh homem, então o senhor tem o curso dos liceus e vai-se inscrever em pintura?! O senhor vai para arquitectura!». Naquele tempo, há 60 e tal anos, não cabia na cabeça de ninguém que quem possuísse o curso dos liceus fosse para pintura, pois bas­tava ter a instrução primária para seguir pintura.
Eu, cobardemente, com os meus 18 anos, rasguei o meu re­querimento para pintura e fiz outro para arquitectura. E lá fui eu para arquitectura, empurrado por essa opinião de um funcionário. Mas fiz mal, porque eu só fui pintor. Nunca fui arquitecto. Fiz o curso, mas nunca me senti arquitecto.
 
Continua a defender que a arquitectura não é uma arte, como o fez na sua tese de licenciatura?
Sempre tentei compreender as leis que regem a arte e as leis que regem a arquitectura. As leis que regem a arte são as leis da harmonia, as leis matemáticas da geometria. A arquitectura não precisa de responder a essas leis, é uma disciplina que procura a funcionalidade. Um bom arquitecto não anda atrás das leis da harmonia, mas sim das leis da perfeição, que são leis da nature­za, como as da harmonia, mas que têm uma fonte diferente.
 
Mas então qual é a distinção que o Mestre estabelece en­tre harmonia e perfeição?
As qualidades estão ambas na natureza - o espírito do Homem não faz mais do que apreender essas qualidades. A har­monia é de fonte matemática, não obedece a uma lei de fun­cionalidade. Se o objecto, pela sua função, responde às leis da perfeição, não está relacionado com as leis da harmonia. A perfeição, a qualidade do objecto cuja função responde à necessidade do sujeito. O artista procura e a lei de harmonia. Quando um pintor pinta anda atrás das leis da harmonia.
 
Apesar da ida para arquitectura ter sido fruto de uma selecção aleatória e de não se sentir feliz com a SUA escolha, teve qualidade suficiente para trabalhar com Le Corbusier e com Óscar Niemeyer. Como se deram estes felizes acasos?
 Foi uma coincidência puramente social. Fui para Paris um pouco atraído pela harmonia das formas, pela arte. Mas depois tive a necessidade de trabalhar, tive de fazer arquitectura Já tinha o diploma de arquitecto, precisava de trabalhar, de ganhar dinheiro e fiz arquitectura durante muitos anos E resolvi ba­ter à porta de Le Corbusier porque achei que seria mais inte­ressante, porque ele também era pintor. Foi esse um dos factores que me 1evou a escolher Le Corbusier. Em relação ao Óscar Niemeyer, também trabalhei lá por acaso e o facto de ter tra­balhado com o Le Corbusier ajudou a que eu trabalhasse no atelier do Niemeyer. Mas estas são questões de carácter social, de necessidade de subsistência, que nada têm a ver com a minha ambição de pintar.
 
O percurso da SUA estética, iniciado com o fascínio do geo­métrico com o círculo vermelho, passou pelo expressio­nismo, pelo surrealismo, pela figuração humana, sobretudo feminina, pela arte cinética, tendo quase que regressado ao princípio, com o abstraccionismo geométrico. O que ditou este percurso?
Isso passa-se um pouco no subconsciente. Uma pessoa é in­fluenciada. A determinada altura fui atraído pela pintura de Max Ernst. Às vezes era levado a procurar isto ou aquilo. Por exemplo, quando vi a pintura de Victor Vasarely, pensei «para aqui é que vai a arte». Passei também a procurar a geometria pura. Há coisas que nós, pouco a pouco, vamos apreendendo No início da minha carreira de pintor, não pensava, como pensei mais tar­de ou como penso hoje, que a essência da obra de arte está na matemática. Inicialmente pensava que na obra de arte há pre­ferência do artista pela perfeição dos objectos Só muito mais tarde cheguei à conclusão que a perfeição não tinha nada a ver com a arte - posso fazer imperfeição e fazer arte. Foi um tra­balho lento, duro, de longos anos, que me levou à conclusão que a essência da obra de arte está na matemática A arte no fundo é isso - um indivíduo anda a tactear, procura as coisas ex­perimentando.
 
Para lá da SUA obra pictórica, tem escrito diversos livros nos quais explica as características da criação artística. O que determina esta criação? Porque consegue o artista captar essas formas puras, nem que seja inconscientemente?
É o trabalho de longos anos que faz com que o artista comece a sentir essas leis. Trabalhando as formas, o Homem é tra­balhado por elas. Trabalhando, o artista vai sentindo, pouco a pouco, a harmonia que existe nas formas e depois emprega essa harmonia na sua obra. E há uma coisa curiosa. Hoje tenho 87 anos. Estou muito mais decrépito agora do que estava há 50 anos, há 30 e mesmo há 10 anos. Já não sou o mesmo homem. Tenho dificuldade em compreender certas coisas. Mas a minha sensibilidade está mais desperta à harmonia das formas do que anteriormente. A sensibilidade aumentou.
Às vezes pego num quadro meu que já não via, por exemplo, há 50 anos, olho para ele e sinto que o quadro está errado num determinado local. Mas está errado ou não está errado?
Sinto que ao quadro falta, por exemplo, um quadrado. Mas es­tá ou não está lá o quadrado? Não tenho a certeza.
Se fizermos uma conta do tipo 2 + 2 = 4, não precisa de lá estar o 4. Esta igualdade, por si, i.e., o 2 + 2, já me dá o 4. No quadro é a mesma coisa. Um quadrado ali, mais um triângulo acolá – o equilíbrio do quadro em si, com aquelas formas reais, dá-me a certeza que num ponto x falta qualquer coisa, que não sei se está ou não está, mas que é a súmula de tudo o que lá es­tá -, eu sinto a lei. Se tenho em mim a faculdade de apreender a lei através das formas concretas, posso ver uma forma concreta sentindo lei. Há um fenómeno na natureza que a filosofia desconhece: a lei pode-nos mostrar o objecto sem que o objecto lá esteja. Aquilo que existe na natureza foi gerado por leis ao ponto da lei, por si, gerar objectos. Na natureza temos formas, mas antes de haver estas coisas concretas, havia as leis que as formaram. Como é que nasceu o cosmos? Porque havia leis. Não houve um início. Dizemos que deve ter havido um Deus, Nosso Senhor, a formar as coisas. Não, havia as leis.
 
Pode-se então dizer que as leis são Deus?
Prefiro dizer que é a natureza. Nós pensamos que os objectos foram criados, mas foi a própria lei que os gerou.
 
E poder-se-á dizer que é através da geometria que se alcança o íntimo da natureza?
Acho que sim, através da geometria alcança-se o íntimo da natureza. E a arte revela essa identidade, essa relação entre a lei e o objecto.
 
           
 

publicado por Laura Afonso às 19:55
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Fundação Nadir Afonso em Chaves, projecto de Álvaro Siza Vieira



maquete_Fundação Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 21:52
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Domingo, 20 de Janeiro de 2008

Montecarlo

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© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 10:23
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

Essen

© Nadir Afonso


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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Calvão - Codeçais

Untitled-1 copy© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 21:09
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Margens do Tâmega - Cávado

Untitled-1 copy© Nadir Afonso


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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Tâmega_ Entardecer em Valdanta

Tãmega_Entardecer em Valdanta© Nadir Afonso


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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Cerâmicas - Chaves

Cerâmicas copy© Nadir Afonso


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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007

Exposição Fotobiográfica - Biblioteca Municipal de Chaves

DSC_0166 copy


publicado por Laura Afonso às 20:59
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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

Mãos de Artista

0191 copy
Não ter havido uma árvore que mosqueasse sobre as minhas mãos estendidas a sombra de um sonho como esse!...  (Fernando Pessoa)

publicado por Laura Afonso às 20:13
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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

Chaves de Nadir Afonso

Digitalizar0003 copy copy Foto: Pereira de Sousa

publicado por Laura Afonso às 19:46
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Sábado, 15 de Setembro de 2007

Selos CTT - Nadir Afonso

Selos Nadir
Grandes Artistas Portugueses - 2ª Série CTT

publicado por Laura Afonso às 12:05
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Domingo, 29 de Julho de 2007

Apolo de Nadir Afonso - Renascimento Futuro

Apolo 70 012 copy

© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 15:56
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

Chaves, terra natal de Nadir Afonso

Temos recebido muitas questões e protestos a propósito do lugar de nascimento de Nadir Afonso, pois aparecem referências incorrectas como tendo nascido em Codeçais que não faz parte da Toponímia do concelho de Chaves.
Vamos procurar ser precisos:
Nadir Afonso nasceu na  freguesia, vila e concelho de Chaves a 4 de Dezembro de 1920. Em 1929 a vila de Chaves foi elevada a cidade; Nadir passou a ser natural da freguesia de Chaves, da cidade de Chaves e concelho de Chaves. Com a recente reforma administrativa a cidade foi dividida em duas freguesias: Santa Maria Maior e Madalena. Assim Nadir Afonso passou a ser natural da freguesia da Madalena, cidade e concelho de Chaves.
A família de Nadir Afonso tinha uma propriedade em Chaves, a pouca distância do São Roque a que chamavam Codeçais, (actualmente Rua dos Codeçais) na recente freguesia da Madalena. Aí nasceu Nadir Afonso, assim em família diz-se que Nadir nasceu na quinta dos Codeçais, que  é na cidade de Chaves. Talvez uma  deficiente informação tenha gerado confusões. Quando Nadir tinha um ano de idade a família mudou-se para a Rua Cândido Sotto Mayor (em tempos Rua da Madalena). O palco das brincadeiras de infância de Nadir estendia-se da Galinheira ao Jardim Público. Aos 12 anos, a família instala-se na antiga Rua da Cadeia, (actual Rua do Bispo Idácio) e actual freguesia de Santa Maria Maior.
As vezes uma informação incorrecta toma o efeito de uma bola de neve, as gafes sucedem-se. Refiro-me ao local de nascimento de Nadir Afonso, ao período que trabalhou com Le Corbusier, aos ateliês por onde passou; até em teses de doutoramento nos apontaram os mais grosseiros erros. Nós procuramos dar as informações o mais precisas possíveis. A responsabilidade de afirmações menos exactas cabe aos autores desses textos; são factos que nos ultrapassam.
Espero ter esclarecido os meus amigos interlocutores.
 

 

 
 

 


publicado por Laura Afonso às 23:41
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2007

As Amantes de Lucifer

As Amantes de Lucifer © Nadir Afonso

publicado por Laura Afonso às 21:34
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Domingo, 8 de Julho de 2007

Asas

Wing

DSC_5897 copy © Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 17:51
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

Terra Devastada - Nadir Afonso

Untitled-1 copy 

©  Nadir Afonso

 

 



publicado por Laura Afonso às 22:28
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Terça-feira, 19 de Junho de 2007

Manilla

Manilla copy © Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 23:39
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Domingo, 17 de Junho de 2007

Certificado de Le Corbusier

Certificate of   Le Corbusier

Digitalizar0011 copy


 


publicado por Laura Afonso às 22:24
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Quarta-feira, 13 de Junho de 2007

Fábrica têxtil de Saint-Dié de Le Corbusier

duvalext[1]


Fábrica têxtil de Saint-Dié de Le Corbusier, projecto em que Nadir Afonso participou e foi objecto da sua defesa de tese em 1948.

publicado por Laura Afonso às 23:37
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