Domingo, 19 de Junho de 2016

Conferência com os arquitetos Álvaro Siza, Souto Moura e Nuno Grande no Museu Nadir Afonso em Chaves.

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Fotografias de António Alves Chaves.  


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Sábado, 18 de Junho de 2016

Museu Nadir Afonso

Conferência dia 19 de Junho com os arquitetos Álvaro Siza e Souto Moura

 

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Terça-feira, 14 de Junho de 2016

Cracóvia

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 © Nadir Afonso.

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Quarta-feira, 8 de Junho de 2016

Nadir em Chaves

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Sábado, 4 de Junho de 2016

Só depois é amanhã

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Terça-feira, 31 de Maio de 2016

Flora de Marajó

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© Nadir Afonso. 

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Terça-feira, 24 de Maio de 2016

Hora absurda

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© Nadir Afonso.


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Sábado, 14 de Maio de 2016

Pontes de Paris

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© Nadir Afonso.


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Quinta-feira, 12 de Maio de 2016

Estudo

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 © Nadir Afonso.

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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016

Nostalgia do amor

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© Nadir Afonso.


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Segunda-feira, 2 de Maio de 2016

Ville d'Harpe

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© Nadir Afonso.


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Terça-feira, 26 de Abril de 2016

Antropormofismos

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© Nadir Afonso


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Sábado, 23 de Abril de 2016

Dia Mundial do Livro

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Sexta-feira, 22 de Abril de 2016

Portimão

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 © Nadir Afonso


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Sexta-feira, 15 de Abril de 2016

Nadir levanta voo

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Quinta-feira, 14 de Abril de 2016

Wall Street

 

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© Nadir Afonso.

 


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Terça-feira, 12 de Abril de 2016

Dernières êtres

© Nadir Afonso.39L_Guache_Nadir_1129.jpg

 


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Sexta-feira, 8 de Abril de 2016

A Cidade Longuínqua

«Para que olhas tu a cidade longínqua?
Tua alma é a cidade longínqua.»

Fernando Pessoa

 

 

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 © Nadir Afonso.

 


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Sexta-feira, 1 de Abril de 2016

Visita ao Museu Nadir Afonso em Chaves de um grupo de professores e alunos Faculdade de Arte e Arquitetura da Universidade de Linz, Áustria

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Domingo, 27 de Março de 2016

No dia Mundial do teatro imagens da peça «Um conto coreográfico em terras de Nadir» de Madalena Victorino.

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Com Ainhoa Vidal e Giacomo Scalisi. 443875949_bccc634678_m[1].jpg

 


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Quarta-feira, 23 de Março de 2016

Berlim

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© Nadir Afonso.

 

«Uma síntese do nosso conceito da Arte, inserto nos nossos anteriores estudos estéticos. Para tal torna-se necessário evitar a confusão característica das ciências filosóficas; urge observar a distinção entre o que existe como produto de uma facticidade estética e o que preexiste no seio da Natureza. A nosso ver, as condições em que se desenrola a vida de todo o criador incidem sobre a qualidade da sua obra, mas não determinam as leis preexistentes da Arte.» © Nadir Afonso.


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Segunda-feira, 21 de Março de 2016

Jeunes Filles de Nadir Afonso e Ser Poeta de Florbela Espanca

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Dia Mundial da Poesia

«Ser Poeta

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior...
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendos
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e cetim…
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente…
É seres alma e sangue e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!»
Florbela Espanca


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Sexta-feira, 18 de Março de 2016

Primavera

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 © Nadir Afonso.

 

«E os dois grupos encontram-se e penetram-se

Até formarem só um que é os dois...

A feira e as luzes da feira e a gente que anda na feira,

E a noite que pega na feira e a levanta no ar,

Andam por cima das copas das árvores cheias de sol,

Andam visivelmente por baixo dos penedos que luzem ao sol,

Aparecem do outro lado das bilhas que as raparigas levam à cabeça,

E toda esta paisagem de Primavera é a lua sobre a feira,

E toda a feira com ruídos e luzes é o chão deste dia de sol...

De repente alguém sacode esta hora dupla como numa peneira

E, misturado, o pó das duas realidades cai

Sobre as minhas mãos cheias de desenhos de portos

Com grandes naus que se vão e não pensam em voltar...

Pó de oiro branco e negro sobre os meus dedos...

As minhas mãos são os passos daquela rapariga que abandona a feira,

Sozinha e contente como o dia de hoje...

 

O maestro sacode a batuta,

E lânguida e triste a música rompe...

Lembra-me a minha infância, aquele dia

Em que eu brincava ao pé dum muro de quintal

Atirando-lhe com uma bola que tinha dum lado

O deslizar dum cão verde, e do outro lado

Um cavalo azul a correr um jockey amarelo...»

Fernando Pessoa


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Quarta-feira, 16 de Março de 2016

Zoo

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 © Nadir Afonso.

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Sábado, 12 de Março de 2016

Havana

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© Nadir Afonso.


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Sexta-feira, 4 de Março de 2016

Roma

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© Nadir Afonso.

«É uma ilusão a crença de poder expressar na tela os sentimentos, sem recorrer à representação figurativa, como é uma ilusão crer que a expressão dos sentimentos íntimos gera a obra de Arte.» 


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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016

Salamanca

«A normatividade da arte clássica da Antiguidade apenas foi estabelecida no Renascimento; o sentido que se desenvolveu a partir do traçado da composição arquitectónica grega e romana, só fazendo a sua aparição como produto superior da razão centenas de anos mais tarde, com Alberti e Vignola, deveria depararse aos olhos de Husserl como um contra-senso cronológico. Destas antecipações do acto produtor em relação à sua significação imanente, deduz-se que nos actos geométricos dos primeiros geómetras, não se encontra essa intencionalidade que fundamenta o sentido, segundo Husserl e, entre as obras de arte, aquelas que ainda não segregaram o seu significado, são prova disso. A geometria só foi estabelecida em teoremas, axiomas e proposições teoréticas, muitos milhares de anos após a sua instauração pela prática dos homens, como o demonstra a geometria da obra de arte, que espera sempre a sua sistematização e a idealidade normativa do seu sentido.»

Nadir Afonso, O Sentido da Arte

 

 

 

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 © Nadir Afonso.


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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2016

Desterro

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© Nadir Afonso.

 

 

Aqui, neste misérrimo desterro

Onde nem desterrado estou, habito,

Fiel, sem que queira, àquele antigo erro

Pelo qual sou proscrito.

O erro de querer ser igual a alguém

Feliz, em suma — quanto a sorte deu

A cada coração o único bem

De ele poder ser seu.

Ricado Reis (Fernando Pessoa)


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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2016

Visita do ISCTE-IUL Departamento de Arquitectura e Urbanismo ao Museu Nadir Afonso, projecto de Álvaro Siza Vieira

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Visita de um grupo de alunos ISCTE-IUL Departamento de Arquitectura e Urbanismo a Chaves. Panificadora, projeto de Nadir Afonso

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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2016

Museu Nacional Machado de Castro

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 A obra de Nadir Afonso, temporariamente exposta no Museu Nacional de Machado de Castro, inspirou as celebrações carnavalescas!


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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016

Carnavalescas

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© Nadir Afonso.

 

 

 

CARNAVAL

A vida é uma tremenda bebedeira.

Eu nunca tiro dela outra impressão.

Passo nas ruas, tenho a sensação

De um carnaval cheio de cor e poeira...

A cada hora tenho a dolorosa

Sensação, agradável todavia,

De ir aos encontrões atrás da alegria

Duma plebe farsante e copiosa...

Cada momento é um carnaval imenso

Em que ando misturado sem querer.

Se penso nisto maça-me viver

E eu, que amo a intensidade, acho isto intenso

De mais... Balbúrdia que entra pela cabeça

Dentro a quem quer parar um só momento

Em ver onde é que tem o pensamento

Antes que o ser e a lucidez lhe esqueça...

Automóveis, veículos, (...)

As ruas cheias, (...)

Fitas de cinema correndo sempre

E nunca tendo um sentido preciso.

Julgo-me bêbado, sinto-me confuso,

Cambaleio nas minhas sensações,

Sinto uma súbita falta de corrimões

No pleno dia da cidade (...)

Uma pândega esta existência toda...

Que embrulhada se mete por mim dentro

E sempre em mim desloca o crente centro

Do meu psiquismo, que anda sempre à roda...

E contudo eu estou como ninguém

De amoroso acordo com isto tudo...

Não encontro em mim, quando me estudo,

Diferença entre mim e isto que tem

Esta balbúrdia de carnaval tolo,

Esta mistura de europeu e zulu

Este batuque tremendo e chulo

E elegantemente em desconsolo...

Que tipos! Que agradáveis e antipáticos!

Como eu sou deles com um nojo a eles!

O mesmo tom europeu em nossas peles

E o mesmo ar conjuga-nos

Tenho às vezes o tédio de ser eu

Com esta forma de hoje e estas maneiras...

Gasto inúteis horas inteiras

A descobrir quem sou; e nunca deu

Resultado a pesquisa... Se há um plano

Que eu forme, na vida que talho para mim

Antes que eu chegue desse plano ao fim

Já estou como antes fora dele. É engano

A gente ter confiança em quem tem ser...

(...)

Olho p'ró tipo como eu que ai vem...

(...)

Como se veste (...) bem

Porque é uma necessidade que ele tem

Sem que ele tenha essa necessidade.

Ah, tudo isto é para dizer apenas

Que não estou bem na vida, e quero ir

Para um lugar mais sossegado, ouvir

Correr os rios e não ter mais penas.

Sim, estou farto do corpo e da alma

Que esse corpo contém, ou é, ou faz-se...

Cada momento é um corpo no que nasce...

Mas o que importa é que não tenho calma.

Não tenciono escrever outro poema

Tenciono só dizer que me aborreço.

A hora a hora minha vida meço

E acho-a um lamentável estratagema

De Deus para com o bocado de matéria

Que resolveu tomar para meu corpo...

Todo o conteúdo de mim é porco

E de uma chatíssima miséria.

Só é decente ser outra pessoa

Mas isso é porque a gente a vê por fora...

Qualquer coisa em mim parece agora

Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)

 

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Domingo, 31 de Janeiro de 2016

Homenagem da Câmara Municipal da Amadora a Nadir Afonso.

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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016

Desenhos de arquitetura de Nadir Afonso

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© Nadir Afonso. 


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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2016

Exposição Nadir Afonso - Sequenzas no Museu Nacional Machado de Castro em Coimbra

  

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 Museu Nacional de Machado de Castro.

LA e Ana Alcoforado


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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016

Exposição Nadir Afonso - Sequenzas no Museu Nacional Machado de Castro em Coimbra

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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2016

Montagem da Exposição de Nadir Afonso no Museu Nacional Machado de Castro

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Sábado, 16 de Janeiro de 2016

«Só a arte é útil. Crenças, exércitos, impérios, atitudes - tudo isso passa. Só a arte fica, por isso só a arte se vê, porque dura. » Fernando Pessoa

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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2016

Copacabana

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 © Nadir Afonso.


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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2016

Heraclion

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 © Nadir Afonso

 

«Por toda a parte existe Geometria».  Platão


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